A DOR

A DOR
A dor que dói...

VIDA

Tejo que levas as águas, correndo de par em par, lava a cidade de mágoas , leva as mágoas para o mar...

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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Chegada a Andorra -viagem de finalistas

Hoje, dia 5 de Abril, a minha filha Ana chegou sã e salva a Andorra.
Nada me poderia fazer sentir mais feliz do que ouvir a sua voz dizendo que tinha chegado e estava bem. È evidente que isso não vai acontecer...ligará para o pai, se tiver oportunidade, mas de mim pouco ou nada se lembrará.
Foi, das minhas duas filhas, aquela por quem mais sofri durante a infância : 1.º a suposta luxação da anca; mais tarde a escoliose e a ida a Coimbra para esclarecer todas as dúvidas; depois o 1.º ciclo do Ensino básico, no Colégio Manuel Bernardes, de onde teve de sair para fazer o 4.º ano na escola pública de Telheiras. A professora além de a ter posto de lado, ainda a castigava sem motivo aparente. Quis salvá-la desta situação, escrevi ao Director do Colégio e mudei-a de escola. Uma coisa que a Professora disse ao fim de oito dias ( e porque não tinha quaisquer tipo de informação da infantil que me levassem a pensar assim) foi que " a minha filha não tinha limites!" Queixei-me , barafustei, acusei, ( e penso ainda hoje com razão) e mudei-a de escola. Certo é que
e que a Ana teve um ano mais tranquilo, mas nunca deixou de ter problemas com os colegas. A Ana, como um felino, marca o seu território, mas penetra no dos outros com a maior ousadia.
Terei feito o correcto emrelação à minha filha?
Terá a Ana alguma vez limites para o que diz e faz, para o que me diz e faz ?
Inacreditável, mas já uma vez chamei a polícia por agressão física...depois disso já me pontapeou, mordeu, empurrou e me chamou tudo o que quis. Delicia-se diariamente quando invade oimeu espaço ( garagem) em dizer que isto não é o meu quarto , mas simuma GARAGEM! Como fica feliz por me colcar ao nível térreo!
Um dia sairei deste buraco, perdoarei porque sou mãe, mas jamais esquecerei quem me fez mal e quem foi cumplice de tanta maldade!
A mãe que tanto deu de si para ao fim de 19 anos se sentir a mulher mais infeliz deste mundo, a mãe em não reconhecida nem valorizada.
Que DEus me ajude! Que DEus as ajude!