Ai, de mim!
Perdida no tempo
no espaço do silêncio
no lugar triste
de quem resiste
com alma forte
enorme raiva
dor infinita...
Perdida no lugar
outrora luar
agora penumbra...
Perdida e achada
qual pedra da estrada
por todos pisada,
mas sempre agarrada
ao sonho cansado
ao frio vento triste
que jamais desiste.
Perdida?
Achada!
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segunda-feira, 25 de maio de 2009
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