Julho... Dezembro
treze ... trinta e um
contagem infernal
prazer mortal paixão
fatal...
jamais nos fará mal.
É o hoje o dia...
dia de percorrer teu corpo
de pôr fim à solidão
de acalmar meu coração
de ser só eu em tua mão
de nada dizer e só olhar
o que ficou por fazer e por
faltar contar
é que um dia como este
um dia assim normal
jamais nos fará mal.
É hoje o dia...
é hoje o dia de matar a sede no teu corpo
de saciar a fome em tua boca
de percorrer caminhos sinuosos
de acender a chama de quem ama
de colocar o sol no travesseiro
e chamar-te simplesmente companheiro
é que um dia como este
um dia assim normal
jamais nos fará mal.
É hoje o dia...
é hoje o dia de voltar ao que outrora fora
de soltar as amarras e o medo
de enlouquecer e me perder
de libertar a vontade livremente
de lançar um olhar ao firmamento
e a cada estrela confessar
que hoje é o dia
e que um dia como este
um dia assim normal
jamais nos fará mal.
È hoje o dia...
é hoje o dia , meu amor
de subir ao céu... qual véu azul
e derreter as nuvens de algodão
em prazeres divinos deleitada
despida de todo o preconceito
abraçar bem firme o teu peito
qual barco ao porto ancorado
meu amor,
meu amigo,
meu amado...
é que um dia como este
um dia assim normal
só nos fará bem
jamais
jamais nos fará mal !
É hoje o dia...
é hoje
é dia
é este
é bem
é mal..
normal !
RB -31.12.2012
domingo, 30 de dezembro de 2012
sábado, 15 de dezembro de 2012
Lu(g)ar
Neste lugar de luar
como onda do mar
me venho espraiar
procurando
o marinheiro
a pégada na areia
o sal no corpo
o amor morto
a solidão
o coração
de tanta dor
jamais inteiro.
Qual furacão
que não amaina
desespero
e não encontro
nem passageiro
nem bote
encalhado no molhe
e que me tolhe
naufragado
destroçado
aquele meu irmão
para quem a sorte
ou morte
foi fugaz braseiro
de paixão.
RB. 15.12.2012
a
como onda do mar
me venho espraiar
procurando
o marinheiro
a pégada na areia
o sal no corpo
o amor morto
a solidão
o coração
de tanta dor
jamais inteiro.
Qual furacão
que não amaina
desespero
e não encontro
nem passageiro
nem bote
encalhado no molhe
e que me tolhe
naufragado
destroçado
aquele meu irmão
para quem a sorte
ou morte
foi fugaz braseiro
de paixão.
RB. 15.12.2012
a
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
As asas do amor
Recordar com paixão
os dedos e as mãos
o cheiro a jasmim do teu abraço
o calor real do teu amor
a força etérea
de voar e poisar
entre lençóis brancos
perfume de alfazema
e poemas de vida
e paz e canto
e mensagem que traz a tua voz
e janela que abre teu olhar
e porta que te sente entrar
aqui e ali acariciar
o corpo
o ventre que deu flor.
Amor
recordar e viver
num só momento
o nascer do dia eternamente
e o cair da noite
lancinante
do amante
que jamais perdeu alento
e por entre a brisa
que não vento
soprou e desejou
que jamais terminasse
o firmamento
pois com asas
asas que lhe dei eu
irá voar e sempre
me encontrar
bem alto
onde a lua encanta
e o morcego ensaia seu piar
esperando qual ave
o alimento.
os dedos e as mãos
o cheiro a jasmim do teu abraço
o calor real do teu amor
a força etérea
de voar e poisar
entre lençóis brancos
perfume de alfazema
e poemas de vida
e paz e canto
e mensagem que traz a tua voz
e janela que abre teu olhar
e porta que te sente entrar
aqui e ali acariciar
o corpo
o ventre que deu flor.
Amor
recordar e viver
num só momento
o nascer do dia eternamente
e o cair da noite
lancinante
do amante
que jamais perdeu alento
e por entre a brisa
que não vento
soprou e desejou
que jamais terminasse
o firmamento
pois com asas
asas que lhe dei eu
irá voar e sempre
me encontrar
bem alto
onde a lua encanta
e o morcego ensaia seu piar
esperando qual ave
o alimento.
Soubera...
Soubera quem seria
e não nascia.
Soubera o que perdia
e nem sofria.
soubera a chegada
e nem partia
soubera como (h)era
e treparia.
soubera ...
soubera ...
quão longa a espera
e, em vez de ser,
existiria !
e não nascia.
Soubera o que perdia
e nem sofria.
soubera a chegada
e nem partia
soubera como (h)era
e treparia.
soubera ...
soubera ...
quão longa a espera
e, em vez de ser,
existiria !
Talvez...
Talvez um dia eu veja claro
talvez um dia haja razão...
talvez...quem sabe?
talvez...
e porque não?
então...
terei a forte e farta força
para pegar ,
girar
soltar
o mundo,
esmagar a farsa...
em minhas mãos!
talvez um dia haja razão...
talvez...quem sabe?
talvez...
e porque não?
então...
terei a forte e farta força
para pegar ,
girar
soltar
o mundo,
esmagar a farsa...
em minhas mãos!
A mor/mar...
E hoje
quando te vi
o meu céu se iluminou
o silêncio se quebrou
quando a gaivota voou
e na minha mão poisou
e se aninhou...
Uma estrela que brilhava
sumiu no meu firmamento
mas a lua transformou
aquele fugaz momento
em brilho
e deslumbramento...
Brilhou a terra
brilhou o mar
brilhou o sol no olhar
e as estrelas do mar
brilhou o sal qual marfim
e no céu que não tem fim
a lua se espelhou
num manto doce de azul
e onda a onda
de espuma e sal
se encapelou o mar
no meu olhar
no meu sentir
o teu bramar
o teu falar...
E se alguém
quiser quebrar
este louco marejar
força terá de inventar
coragem
e muito amor
pois de Zeus temor terá
quem sempre viveu no mar
e respirou o luar
naquele longínquo lugar
onde não é permitido
arrastar,
prender,
culpar,
acusar,
manipular
o cabo de além-mar.
Saberá na altura certa
com o que pode contar
só não sabe, acredito,
que eu estarei por perto
ali bem perto ...
a olhar ...
a o l h a r !
RB - 13.12.2012
Os nós de nós...
Se das mãos fizermos laços
e nos laços dermos nós
não conjugarei futuro...
conjugá-lo-emos nós !
RB - 13.12.2012
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Amor a(o)lado ....
Com paixão
recordar
os dedos e as mãos
o cheiro a jasmim
do teu abraço
o calor
mineral do teu amor
a força etérea
de voar e poisar
entre lençóis brancos
perfume de alfazema
e poemas de vida
e paz e canto
e mensagem que traz a tua voz
e janela que abre teu olhar
e porta que te sente entrar
aqui e ali acariciar
o corpo
o ventre que deu flor.
Amar amor e
recordar
viver
num só momento
o nascer do dia
eternamente
e o cair da noite
lancinante
do amante
que jamais perdeu alento
e por entre a brisa
que não vento
soprou e desejou
que jamais terminasse
o firmamento
para ser estrela
e ao ver o mar
nele mergulhar
e naufragar.
E com asas
as asas que lhe dei
irá voar e sempre
me encontrar
bem alto
onde a lua encanta
e o morcego ensaia seu piar
esperando qual ave
o alimento
o néctar da vida
ambrósia da paixão
entre mim
entre ti
as minhas
nossas mãos !
RB- 12.12.2012
recordar
os dedos e as mãos
o cheiro a jasmim
do teu abraço
o calor
mineral do teu amor
a força etérea
de voar e poisar
entre lençóis brancos
perfume de alfazema
e poemas de vida
e paz e canto
e mensagem que traz a tua voz
e janela que abre teu olhar
e porta que te sente entrar
aqui e ali acariciar
o corpo
o ventre que deu flor.
Amar amor e
recordar
viver
num só momento
o nascer do dia
eternamente
e o cair da noite
lancinante
do amante
que jamais perdeu alento
e por entre a brisa
que não vento
soprou e desejou
que jamais terminasse
o firmamento
para ser estrela
e ao ver o mar
nele mergulhar
e naufragar.
E com asas
as asas que lhe dei
irá voar e sempre
me encontrar
bem alto
onde a lua encanta
e o morcego ensaia seu piar
esperando qual ave
o alimento
o néctar da vida
ambrósia da paixão
entre mim
entre ti
as minhas
nossas mãos !
RB- 12.12.2012
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